Conceito Oficial de Naturologia


"A Naturologia é um conhecimento transdisciplinar que atua em um campo igualmente transdisciplinar. Caracteriza-se por uma abordagem integral na área da saúde pela relação de interagência do ser humano consigo, com o próximo e com o meio ambiente, com o objetivo de promoção, manutenção e recuperação da saúde e da qualidade de vida." (I Fórum Conceitual de Naturologia, 11/2009 - SC)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Uma em cada quatro mães não sabe amamentar, saiba como.

Em complemento ao recente post "Amamentação parcial não traz imunidade igual à integral, diz estudo" eu trago este artigo relatando a importância de se saber a maneira correta de amamentar. Muitas mães deixam de amamentar ou inserem complementos alimentares pois não sabem como amamentar corretamente o bebê. A amamentação estimula a produção do leite, se a mãe deixa de amamentar ou não amamenta, o organismo não irá produzir mais leite e consequentemente a quantidade de leite materno será insuficiente ou inexistente.
Mamãe, se tiver dúvida, procure o pediatra, enfermeiras da maternidade e a doula para aprender a maneira correta de amamentar. A Acupuntura, Aromaterapia, Massagem e outras terapias naturais também podem auxiliar na produção do leite materno e facilitar o processo de amamentação, procure um naturólogo ou profissional capacitado para ajudá-la. Isso fará bem para você, já que a amamentação ajuda na recuperação da mulher no pós-parto, e para o bebê, que estará recebendo o mais completo alimento que necessita.
Boa leitura!
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Apesar de tantas campanhas e de ninguém questionar as vantagens, uma em cada quatro mulheres enfrenta dificuldades na hora de amamentar. Apesar do oba-oba sobre aleitamento, ainda faltam educação e orientação básica, segundo especialistas.
O estudo, do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí, foi apresentado em um congresso de bancos de leite, que acontece em Brasília. A pesquisa avaliou 1.800 mulheres que deram à luz entre fevereiro e março deste ano. Delas, 435 -24% do total- apresentaram algum problema no aleitamento, sendo os mais comuns mamas cheias demais, baixa produção de leite, fissura do bico do seio e dificuldade no posicionamento do bebê.
O que justifica o índice, diz a nutricionista Vanessa Paz Lima, coordenadora do levantamento, é a falta de informação sobre os modos corretos de amamentar e de prevenir esses problemas. "Falta educação", concorda a pediatra e neonatologista Clery Bernardi Gallacci, da Maternidade Santa Joana, em São Paulo. "É preciso dar assistência no pré-natal, no momento do nascimento e depois." A mama cheia, que foi o problema mais recorrente, está diretamente relacionada à falta de informação. Se a mãe não sabe que deve alimentar o bebê periodicamente, o peito enche e o bebê só vai abocanhar o bico, o que pode levar a fissuras. "O correto é que ele abocanhe toda a região da aréola, que é onde ficam os sacos de leite, e não o bico", explica Danielle Silva, coordenadora de Processamento e Controle de Qualidade do Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz.
Para isso, a posição correto do bebê é fundamental: a cabeça deve estar recostada na curva do braço da mãe e o corpo alinhado ao dela. O mau posicionamento também pode até causar fissuras nos mamilos, o que leva a dores nas mamadas.
Nesses casos, recomenda-se que a mãe hidrate o bico do seio com o próprio leite ao final da mamada. "Ele também protege contra infecções", diz Danielle Silva.

 (clique na imagem para ficar maior)

FALTA DE APOIO
O segundo problema mais frequente foi a baixa produção, que é evitada dando de mamar com frequência. "O maior problema é a falta de apoio. Muitos pediatras não sabem orientar direito", acredita Fabíola Cassab, fundadora do grupo Matrice, de apoio à amamentação.
Todas essas orientações, segundo Vanessa Paz Lima, devem ser passadas à mãe logo no pré-natal e devem continuar nos dias seguintes ao nascimento do bebê. "Se, durante a internação do pós-parto, identificarmos que a mãe apresenta algum problema para amamentar, ela passa a receber uma orientação intensiva e só recebe alta se tiver entendido os procedimentos", afirma. Segundo ela, o importante é que haja conforto durante o aleitamento: "Qualquer condição que provoque dor pode interferir na amamentação e desestimulá-la".
Danielle Silva completa: "A Organização Mundial da Saúde preconiza seis meses de aleitamento exclusivo. Isso não apenas nutre, como protege contra infecções".

Fonte: Folha SP

1 Comentários:

Vanessa Menezes disse...

Nossa!!! Que blog MARAVILHOSOOOO... amei, adorei.... Tudo de bom!
Dificil encontrar um blog com tanta coisa bacana, e que vale a pena ficar horas e horas lendo matérias. Sou mãe de 2 e é sempre bom procurar saber sobre tudo que tem aqui. Coloquei essa matéria la no meu blog. E é claro que dei os merecidos créditos a vcs.
Estou seguindo fielmente hein? Beijo

www.vidademulherprendada.blogspot.com

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