Conceito Oficial de Naturologia


"A Naturologia é um conhecimento transdisciplinar que atua em um campo igualmente transdisciplinar. Caracteriza-se por uma abordagem integral na área da saúde pela relação de interagência do ser humano consigo, com o próximo e com o meio ambiente, com o objetivo de promoção, manutenção e recuperação da saúde e da qualidade de vida." (I Fórum Conceitual de Naturologia, 11/2009 - SC)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Para refletir: Vida, a maior empresa do mundo!


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
(Augusto Cury)

Seja você o autor da sua história! Viva intensamente, ame-se mais, sorria mais, curta-se mais, acredite mais, é a metade do caminho para a plenitude. A vida pode até ser feita de obstáculos, mas que disse que eles não podem ser superados?
E para finalizar, mais uma citação:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." (Chico Xavier)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Meditação ajuda a fortalecer o sistema imunológico

Estudo da Universidade da Califórnia prova que a prática intensifica a atividade da enzima telomerase, que atua na defesa do organismo.

Técnica milenar oriental, a meditação é conhecida por aumentar a concentração e proporcionar relaxamento. De acordo com estudo da Universidade da Califórnia, durante a meditação, a enzima telomerase (ligada ao sistema imunológico) tem sua ação intensificada. Resultado: quem medita, tem suas defesas ampliadas e passa a lidar melhor com o stress.

Mas a meditação sozinha não resolve. "Por si só, ela não aumenta a atividade da telomerase", diz Clifford Saron, líder do estudo. Segundo ele, a meditação é apenas um dos mecanismos usados pelo corpo para aumentar o bem-estar psicológico do indivíduo. E é esse estado – e não o ato de meditar em si – que age diretamente sobre a atividade da telomerase nas células do sistema imunológico, que são as reais responsáveis por promover a longevidade nas células. "Atividades que aumentam a qualidade de vida podem ter efeitos profundos no organismo de uma pessoa", diz Saron.
“Atividades que aumentam a qualidade de vida podem ter efeitos profundos nos aspectos mais fundamentais da fisiologia de uma pessoa”, diz Clifford Saron

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Alimentos Orgânicos: Coletânea de vídeos

Resolvi fazer uma coletânea de vídeos sobre os benefícios dos Alimentos Orgânicos.
A disponibilidade de Alimentos Orgânicos ainda é restrita, muito do que se planta no Brasil é exportado e pouco fica aqui para consumo dos brasileiros. A falta de incentivo por parte do governo também é uma grande dificuldade dos agricultores orgânicos e consequentemente dos consumidores, pois é normalmente o que justifica o maior preço em relação aos convencionais. Mas acredite, vale a pena gastar um pouquinho mais por um produto de qualidade, por um produto que teve seu ciclo de vida respeitado (sem uso de fertilizantes para acelerar o crescimento), que é ecologicamente sustentável pois não agride o meio ambiente e  a saúde do agricultor, entre outros inúmeros benefícios > leia mais aqui.
Na impossibilidade de comprar Alimentos Orgânicos, procure conhecer o agricultor que planta os seus alimentos, ou plantá-los em casa como no caso de hortaliças e temperos, que exigem menos para se desenvolverem. 
Sempre dá pra melhorar a qualidade alimentação, sempre dá pra priorizar a saúde. Investindo mais na qualidade dos alimentos, você economiza em tratamentos de saúde e medicamentos, pense nisso! 

"Que o alimento seja o seu remédio e que o seu remédio seja o seu alimento" Hipócrates

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Mirtilo: fruto da saúde e da longevidade

O fruto da saúde e da longevidade é o sinônimo que o Mirtilo (Vaccinium myrtillus), pequeno fruto originário da América do Norte, vem adquirindo no Brasil cada vez mais espaço estimulado por suas características saudáveis.
Pertencente à família Ericaceae, o mirtilo produzido no Brasil é originário da América do Norte. As variedades mais utilizadas por aqui são as pertencentes ao grupo highbush, de arbustos altos, com cerca de 1,5 metro de altura; e as do grupo rabitteye, arbustos ainda mais altos, medindo de 2 a 4 metros.
O mirtilo foi trazido por pesquisadores da Embrapa Clima Temperado na década de 1980 e adaptou-se bem na região sul do país, principalmente nas cidades do planalto médio e região serrana do Rio Grande do Sul e planalto catarinense, devido aos rigorosos invernos. Porém a falta de conhecimentos técnicos e pesquisas sobre adaptação das variedades restringem o cultivo de blueberry a cerca de 150 hectares no país. Os gaúchos são os maiores produtores, com 150 toneladas obtidas em uma área de 40 hectares de plantio conduzida por 45 agricultores. As demais plantações encontram-se distribuídas pela região serrana de Santa Catarina, sul do Paraná e Serra da Mantiqueira, nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Também chamada de Blueberry, a fruta possui substâncias com poder medicinal, tem mercado crescente e ainda é pouco cultivada no Brasil

Interação com bebê faz área do cérebro materno aumentar, diz estudo


 A interação mãe-bebê traz inúmeros benefícios e não é de hoje que exponho a importância do contato e toque para ambos. A notícia boa é que cada vez mais mães e também pais se interessam em manter uma forma de comunicação com o bebê através do toque e do carinho. Mimar nunca é demais nessa fase de desenvolvimento, curtir e vivenciar esse momento de forma leve e prazeirosa com certeza só irá somar qualidades para o futuro.
Boa leitura!
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Uma pesquisa publicada pela revista da American Psychological Association descobriu que os cérebros das mães crescem após o parto, à medida que elas aprendem a lidar com o recém-nascido.
Pesquisadores do National Institute of Mental Health, em Maryland, nos Estados Unidos, mapearam os cérebros de 19 mulheres que deram à luz meninos e meninas. 
A comparação de imagens tiradas entre duas a quatro semanas e entre três a quatro meses depois do parto mostrou que o volume da massa cinzenta das mães aumentou em diversas partes do cérebro. As áreas que mais se desenvolveram estão envolvidas com motivação, recompensa, processamento de emoções, raciocínio e julgamento.
Os autores especulam que os níveis hormonais e a necessidade de lidar com os desafios de um bebê levaram ao aumento das células cerebrais.

Fonte: Folha SP

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Florais de Bach para o equilibrio emocional em crianças

A Terapia Floral em crianças é fantástica. A evolução do tratamento normalmente é mais rápida do que em adultos porque as crianças aceitam melhor novos hábitos, se adaptam facilmente a novas situações e não criam resistências. Na minha experiência, a maioria das vezes em que há resistência no tratamento floral com crianças há necessidade também de trazer os pais para o consultório e então, a terapia torna a fluir.
Gosto muito de atender crianças, são puras, aceitam o tratamento com tranquilidade e na maioria das vezes quando maiorzinhas, são elas que lembram seus pais e professores na escola que precisam tomar as gotinhas, e eu acho uma graça!
Encontrei um artigo no blog da minha colega e também Naturóloga Daniela Girotto e resolvi cormpartilhar com vocês. Mas lembrem-se, o artigo é meramente informativo e o acompanhamento profissional é essencial para o sucesso do tratamento.
Boa leitura!
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Lucy Ward, correspondente de assuntos sociais do jornal The Guardian, da Inglaterra, liderou uma pesquisa sobre o estresse em crianças de 11 a 20 meses – ou seja, que estavam começando a freqüentar o jardim de infância ou as creches – e crianças com menos de 8 anos – que estavam iniciando a vida escolar. A pesquisa visou mostrar que o nível de estresse e a elevação do nível do “hormônio do estresse”, conhecido como cortisol, que é secretado pelas glândulas adrenais.
Foi comprovado que as crianças experienciam um alto nível de estresse nas primeiras semanas após a separação de suas mães. De acordo com o estudo feito – medindo o nível de cortisol – elas continuam mostrando sinais de “estresse crônico” até cinco meses depois do primeiro dia de aula ou creche.
A análise concluiu que as crianças precisam de tempo extra e mais atenção dos pais após passarem o dia no berçário ou na escola, para que possam resgatar seu “equilíbrio emocional”, fazendo com que estejam prontas e mais centradas para o dia seguinte. Sem o conforto dos pais a criança começa o dia seguinte “hiperativa”, o que pode levá-la a ter problemas de comportamento e desobediência.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Uma em cada quatro mães não sabe amamentar, saiba como.

Em complemento ao recente post "Amamentação parcial não traz imunidade igual à integral, diz estudo" eu trago este artigo relatando a importância de se saber a maneira correta de amamentar. Muitas mães deixam de amamentar ou inserem complementos alimentares pois não sabem como amamentar corretamente o bebê. A amamentação estimula a produção do leite, se a mãe deixa de amamentar ou não amamenta, o organismo não irá produzir mais leite e consequentemente a quantidade de leite materno será insuficiente ou inexistente.
Mamãe, se tiver dúvida, procure o pediatra, enfermeiras da maternidade e a doula para aprender a maneira correta de amamentar. A Acupuntura, Aromaterapia, Massagem e outras terapias naturais também podem auxiliar na produção do leite materno e facilitar o processo de amamentação, procure um naturólogo ou profissional capacitado para ajudá-la. Isso fará bem para você, já que a amamentação ajuda na recuperação da mulher no pós-parto, e para o bebê, que estará recebendo o mais completo alimento que necessita.
Boa leitura!
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Apesar de tantas campanhas e de ninguém questionar as vantagens, uma em cada quatro mulheres enfrenta dificuldades na hora de amamentar. Apesar do oba-oba sobre aleitamento, ainda faltam educação e orientação básica, segundo especialistas.
O estudo, do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí, foi apresentado em um congresso de bancos de leite, que acontece em Brasília. A pesquisa avaliou 1.800 mulheres que deram à luz entre fevereiro e março deste ano. Delas, 435 -24% do total- apresentaram algum problema no aleitamento, sendo os mais comuns mamas cheias demais, baixa produção de leite, fissura do bico do seio e dificuldade no posicionamento do bebê.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

SHANTALA: Crianças mais felizes e saudáveis!

Essa semana eu recebi email de duas mães que já participaram do Curso de Shantala em 2009, e que me enviaram a foto atual de seus bebês lindos! 

Existe alguma dúvida que o amor transmitido através da Shantala faz crianças mais felizes e saudáveis?
  
Mamãe Sanderléia e bebê Clara
À esquerda no dia do Curso, com 2 meses. E à direita foto atual, com 1 ano.
A Clara é uma Princesinha! Super fotogênica e meiga.

 Mamãe Ana Carolina e bebê Murilo
À esquerda no dia do Curso de Shantala. E à direita foto atual.
O Murilo tem um olhar cativante! Já está um homenzinho!


Adoro receber notícias das minhas mães "Shantaleiras". E é com muito orgulho que leio depoimentos de momentos maravilhosos obtidos através do contato que a Shantala proporciona. Obrigada Mamães, por compartilharem essas fotos lindas de seus pequeninos!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Café, chocolate e açúcar: entenda porque esses alimentos podem causar dependência

Vício alimentar

Com influência no sistema nervoso central e no sistema límbico, a teobromina e a cafeína podem causar dependência

"A cafeína é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma o endocrinologista João César Castro Soares

Aos seis anos de idade, Angela Maria Lemos, provou a pela primeira vez a substância que um dia a deixaria viciada. Foi com as primas, tomando leite tirado na hora, que ela aprendeu que café era para a vida toda. No começo, ele ia misturado ao leite quente de vaca. Mas depois de anos de aprendizado, a bebida acabou como a dona do desjejum – e do dia. “Tomo café em jejum, só depois eu como alguma coisa”, afirma. E quando arrisca pular a xícara diária, uma dor de cabeça incômoda atormenta as horas que seguem. “Eu fico indisposta e minha cabeça fica estranha, depois começa a latejar de tanta dor.” Assim como Angela, hoje com 55 anos, milhares de pessoas têm algum tipo de vício em alimento, um mal responsável por sintomas prejudiciais à saúde e ao convívio social. E não é apenas a cafeína que tem efeitos similares aos de um vício. Engrossam a lista as guloseimas preferidas de mulheres com TPM (tensão pré-menstrual) e das crianças: chocolate e açúcar.

Mas, se mesmo podendo viciar, esses alimentos continuam a ser vendidos em qualquer esquina, o motivo é bem simples: os cientistas ainda não chegaram a um consenso sobre eles. O único ponto de acordo é que algumas substâncias podem, sim, causar dependência. Porém, na maioria das vezes, apenas psicológica. “A cafeína, no entanto, tem ação associada ao sistema nervoso central. Ela é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O chocolate e o açúcar, por sua vez, atuam diretamente no sistema límbico (responsável pelas emoções), estimulando a produção de serotonina. Apesar desses vícios ainda não terem sido equiparados a outros, como o fumo e ao alcoolismo, a falta deles pode trazer sintomas típicos de abstinência – como a impertinente dor de cabeça de Angela.

Confira abaixo os motivos pelos quais café, chocolate e açúcar podem significar um risco à saúde quando consumidos em demasia.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Cuidados Alimentares na Gestação e Amamentação


Muitas são as dúvidas alimentares durante o período da Gestação e Amamentação. Será que interfere no desenvolvimento do bebê? Sim, sem dúvida. Uma alimentação saudável faz toda diferença para se ter uma gestação também saudável. E ao contrário do que muitas mulheres ainda pensam, não deve-se "comer por dois". A alimentação saudável durante a gestação auxilia não só no ganho de peso do bebê, mas também na prevenção de algumas complicações durante a gestação, como a diabetes por exemplo.

Segue abaixo a recomendação de cuidados alimentares do "Guia Nutricional para Gestante e Lactante" com alguns comentários meus em "itálico":

- Não é aconselhável o uso de bebidas alcoólicas durante a gravidez. Refrigerantes à base de cola e bebidas com alto teor de cafeína, como café e chás escuros, devem ser reduzidos e controlados. (Eu complemento: Chás em geral devem ser controlados, utilizados sempre com orientação de um Naturólogo. Inclusive a Erva Mate utilizada no Chimarrão, tradicional bebida aqui do sul.)

- Não consumir carnes cruas (Eu complemento: ou mal cozidas, as famosas "mal-passadas". Isso também vale para peixes e frutos do mar). Observar a higiene dos alimentos e evitar locais que deixam dúvidas quanto a origem e limpeza dos produtos.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Chá verde pode reduzir o risco de Câncer de cólon

Na China o Chá Verde (Camelia sinensis) é utilizado tradicionalmente na alimentação. Isso facilitou o objeto de estudo e a análise das voluntárias. Já conhecido por seus benefícios aqui no ocidente, agora mais um estudo relaciona os benefícios desta planta medicinal para a prevenção de doenças degenerativas.
Encontrei este artigo no site da EUFIC (Conselho Europeu de Informação sobre a Alimentação) e tentei traduzir da melhor forma, mas nas referências pode-se encontrar o texto original em inglês. Boa leitura!
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O chá verde é rico em antioxidantes polifenóis, que são conhecidos por ajudar a proteger contra o câncer e doenças cardíacas. Um estudo da China relatou associações benéficas entre o consumo regular de chá verde e o risco de câncer colorretal. A doença afeta cerca de um milhão de pessoas em todo o mundo e está ligada a maus hábitos alimentares, os baixos níveis de atividade física e ao envelhecimento da população. 
Um grupo de 70.000 mulheres chinesas com idades entre 40 e 70 anos foi acompanhado por seis anos, período em que 256 casos de câncer colorretal foram registrados. O consumo regular de chá verde foi associado com uma redução de 37% no risco de câncer colorretal. Os hábitos alimentares diários foram correlacionados então com o risco de câncer a fim identificar alimentos e bebidas potencialmente protetores.
Uma clara relação evidenciou que os benefícios foram vistos em quem consumiu mais vezes o Chá e por mais tempo ao longo dos anos. Embora o estudo centrou-se apenas em associações,  diversas pesquisas apontam para os atributos protetores significativos dos polifenóis do Chá Verde, por exemplo, epigalocatequina galato e epicatequina.


Para obter mais informações, consulte:
Yang G et al (2007) Prospective cohort study of green tea consumption and colorectal cancer risk in women. Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention, Vol 16, pg 1219-1223.

Fonte: EUFIC (em inglês)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Amamentação parcial não traz imunidade igual à integral, diz estudo

O essencial é a mãe aprender a amamentar. Às vezes a "pegada" incorreta do bico do seio não faz a estimulação adequada para a produção do leite. E se ainda assim o leite é insuficiente, há algumas técnicas bacanas para estimular a produção, como a Acupuntura por exemplo.
E não existe leite 'fraco' mamães, é preciso dar de mamar até esvaziar uma das mamas para então iniciar a outra. O primeiro leite a ser sugado pelo bebê é mais líquido, mais fluido, o que vai basicamente hidratar e só no final é que vem o leite mais espesso, mais gorduroso, aquele que vai saciar a fome do bebê. Caso tenha dúvidas, informe-se sobre a forma adequada de amamentar.
Hoje há diversos Cursos de Gestantes em que a mãe e o pai podem participar para esclarecer suas dúvidas, mas ainda assim você pode pedir dicas para as enfermeiras do hospital, doulas ou para o pediatra.

Campanha do Ministério da Saúde sobre Amamentação: 
10 motivos para Amamentar. (clique na figura para ver maior)

Amamentação é boa para você e para o seu filho!
Segue abaixo um artigo bacana do jornal Folha de São Paulo.

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Bebês alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade ganham proteção extra contra infecções, dizem cientistas gregos. O efeito observado independe de fatores como acesso à saúde e programas de vacinação, eles explicam.
Segundo os especialistas da Universidade de Creta, o segredo estaria na composição do leite materno. As conclusões do estudo, que envolveu pouco mais de 900 bebês vacinados, foram publicadas na revista científica Archives of Diseases in Childhood. A equipe ressalta, no entanto, que o benefício só ocorre quando o bebê é alimentado com leite da mãe apenas. Ou seja, acrescentar fórmulas ao leite materno não produz o mesmo efeito.
Especialistas em todo o mundo já recomendam que bebês sejam alimentados somente com leite materno pelo menos durante os seis primeiros meses de vida.

ESTUDO

Os pesquisadores gregos monitoraram a saúde de 926 bebês durante 12 meses, registrando quaisquer infecções ocorridas em seu primeiro ano de vida. Entre as infecções registradas estavam doenças respiratórias, do ouvido e candidíase oral (sapinho).

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Fitoterapia popular e Medicamentos fitoterápicos: uma grande diferença!

Muitas pessoas acompanharam a série do Fantástico com o Dr. Dráuzio Varella sobre Fitoterápicos, certo? Polêmicas a parte, eu discordei diversas vezes do ponto de vista da reportagem mas concordei quando se alertou sobre o uso incorreto da Fitoterapia. Fitoterapia não é religião e não basta fé para se curar, Fitoterapia é ciência. Diversas vezes a série quis relacionar a Fitoterapia ao crendismo e por vezes também se tornou contraditória ao confirmar que muitos medicamentos de hoje vieram a partir de plantas medicinais, o que é realmente verídico. 
No meu ponto de vista, a série confundiu e amedrontou as pessoas com relação aos Fitoterápicos, demonstrando que eficiente é somente o tratamento alopático. Não estou aqui para questionar a eficiência do tratamento alopático, porque sou a favor de pesquisas científicas quando falamos em saúde e qualidade de vida, mas me sinto no dever de defender a Fitoterapia com método eficaz de tratamento e prevenção de doenças. E isso não significa dizer que se possam usar deliberadamente chás e insumos vegetais sem acompanhamento profissional, porque sim, os Fitoterápicos tem contra-indicações e reações adversas. Para o uso correto da Fitoterapia  é necessário coerência  do profissional e acompanhamento de um Naturólogo ou até médico, para utilizá-la como tratamento. E nunca, de maneira alguma, em casos graves e de risco de vida, como o câncer por exemplo, deixe o tratamento convencional. Uma vez que a doença se instalou, é preciso conter sua evolução. Neste caso, as terapias complementares fazem juz ao nome, são complementares e só poderão se tornar exclusivas com o consentimento médico e do naturólogo.

Segue abaixo um texto interessante ainda sobre Fitoterápicos, que traz uma série de esclarecimentos que podem ter ficado "nebulosos" ou mal esclarecidos durante a trasmissão da série do Fantástico.
Boa leitura!
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O uso de plantas medicinais no tratamento de doenças acontece há muito tempo. Com o avanço da química, os principais ativos das plantas passaram a ser isolados. Sintetizados em laboratórios, deram origem a drogas importantíssimas, alopáticas. Já os fitoterápicos são obtidos exclusivamente de vegetais, vendidos em forma de extrato, tintura, óleo, cápsulas etc. Para registrá-los como medicamentos, os fabricantes precisam provar que conseguem manter a qualidade e a concentração do princípio ativo presente na planta. 

Chazinhos ou fitoterápicos?
Por citar bastante os “chazinhos” como tratamento para doenças, alguns poderiam imagina que Drauzio se referia, especificamente, às misturas feitas em casa, sem indicação médica, e não aos fitoterápicos registrados, o que logo é esclarecido quando a repórter cita que existem produtos fitoterápicos registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e vendidos nas farmácias e pergunta se esses também não são submetidos a estudos para comprovar sua eficácia e riscos. O médico responde que estes são registrados na Anvisa como complemento alimentar, não passando pelo mesmo crivo de um medicamento. Segundo o médico, “se tivesse autoridade para isso, mandaria recolher do mercado todos os fitoterápicos cuja eficácia não tenha sido demonstrada cientificamente”.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Estudos comprovam que os benefícios da Massagem vão além do Relaxamento


Não é de hoje que sabemos dos benefícios que uma boa massagem nos traz. Alívio de tensões e dores, relaxamento, melhora da circulação sanguínea e linfática, entre outros.
Mas além desses benefícios já conhecidos, sabiam que existem outros que nem ao menos imaginamos quando nos submetemos à uma massagem? A modalidade de massagem a ser realizada e os movimentos efetuados durante o procedimento é que irão definir o propósito do tratamento. Por isso é bacana procurar profissionais capacitados e que saibam efetuar diversos tipos de massagem para adequar aos objetivos do tratamento.
Gostou muito de ler notícias pela web, sempre que posso visito o site da Folha de São Paulo e ontem encontrei um artigo muito bacana sobre os benefícios da massagem que foi publicado no New York Times.
O estudo comprovou que a massagem, quando bem realizada, é benéfica para melhorar a imunidade, diminuir o estresse cotidiano, entre outros, e aumentar a quantidade da ocitocina no organismo. Mais conhecida pela sua função hormonal na mulher durante a gestação e amamentação, a ocitocina também é responsável por comportamentos generosos entre humanos, relações de amizade, fortalecimento dos laços entre mãe e filho, também é importante na promoção da confiança, amor, reconhecimento social e comportamento sexual.
Ou seja, a massagem possui, além dos benefícios físicos que já conhecemos, uma porção de benefícios emocionais e que melhoram as relaçãos sociais, no trabalho, com amigos e no ambiente famíliar. Incrível né?
Compartilho com vocês o artigo, boa leitura!
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Uma boa massagem faz mais que apenas relaxar seus músculos? Para descobrir, pesquisadores do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, recrutaram 53 adultos saudáveis e aleatoriamente submeteram 29 deles a uma sessão de 45 minutos de intensa massagem sueca, e os outros 24 a uma sessão de massagem leve.

sábado, 25 de setembro de 2010

Vamos Reciclar? Dica para fechar saquinhos

 Reciclar: é fácil participar!

Recebi uma dica por email que é impossível não compartilhar. Quem não precisa fechar algum saquinho de comida que sobrou? Nem sempre os alimentos mantém a crocância depois de abrirmos uma embalagem.. é o biscoito que amoleceu, a maça desidratada que "emborrachou", entre outros.
Araminhos, prendedores fazem parte do nosso dia a dia, mas que tal uma idéia simples e barata de reciclar? É muito bacana, dá uma boa vedação para os alimentos e ajuda a preservar nosso planeta!

Idéias para reciclar tampas de garrafas pet (independente do tamanho):

1. Corte logo abaixo do gargalo usando tesoura ou outro cortador.

2. Passe o saco plástico por dentro do gargalo.















Depois basta fechar a tampa e pronto. Pode utilizar para mantimentos em geral, pães, etc.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

10 Motivos para escolher Alimentos Orgânicos!

Alimentos orgãnicos são, entre outros, livres de agrotóxicos e fertilizantes.


1. São Alimentos Nutritivos e Saborosos
Com solos balanceados e fertilizados com adubos naturais, se obtém alimentos mais nutritivos. A comida fica mais saborosa, conservam-se suas propriedades naturais como vitaminas, sais minerais, carboidratos e proteínas. Um alimento orgânico não contém substâncias tóxicas e nocivas à saúde. Em solos equilibrados as plantas crescem mais saudáveis, preservam-se suas características originais como aroma, cor e sabor. Consumindo produtos orgânicos é possível apreciar o sabor natural dos alimentos.

2. Saúde Garantida
Vários pesticidas utilizados hoje em dia no Brasil estão proibidos em muitos países, em razão de consequências provocadas à saúde, tais como o câncer, as alergias e a asma. Um relatório da Academia Americana de Ciências, de 1982, calculou em 1.400.000 o número de novos casos de câncer provocados por agrotóxicos. Além disso, os alimentos de origem animal estão contaminados pela ação dos perigosos coquetéis de antibióticos, hormônios e outros medicamentos que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não. Consumindo orgânicos protegemos nossa saúde e a saúde de nossos familiares com a garantia adicional de não estarmos consumindo alimentos geneticamente modificados.

Gengibre alivia dores musculares


O gengibre (Zingiber officinale) ajuda a
reduzir dores musculares, diz estudo.


Conhecido principalmente por ajudar a tratar dores de garganta, gripes e resfriados, o Gengibre (Zingiber officinale) pode ser eficaz também em amenizar dores musculares após exercícios pesados, segundo pesquisa americana recentemente publicada na revista científica Journal of Pain Results.
Avaliando cerca de 70 voluntários, pesquisadores da Universidade da Geórgia, nos EUA, descobriram que o uso de gengibre por 11 dias consecutivos pode reduzir significativamente as dores musculares induzidas por 18 exercícios. As análises mostraram que suplementos diários com dois gramas de gengibre cru ou tratado com calor podem reduzir de 23% a 25% as dores causadas pela musculação.
De acordo com os autores, a planta têm propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, e esse potencial deve ser mais explorado pela medicina tradicional. “Os custos econômicos e pessoais da dor são extremamente altos”, escreveu o pesquisador Patrick O'Connor. “Qualquer coisa que possa, realmente, amenizar esse tipo de dor (induzida por exercícios) será altamente bem vinda por muitas pessoas que sofrem dela”, concluiu o especialista.

Clique para saber mais (em inglês)

Fonte: Blog Boa Saúde

O bacana é que podemos utilizar o Gengibre em forma de tintura, fresco, pó desidratado ou óleo essencial. Pode ser aplicado em massagens (muito eficiente), alimentação, decocção, entre outros.
São diversos os benefícios do Gengibre! É digestivo, anti-inflamatório, ótimo para quem tem cefaléia ou tratamento coadjuvante a enxaqueca, entre outros.
Muito usado na Medicina Tradicional Chinesa, em sintomas de "frio" e "umidade".
Vale a pena inserir regularmente na alimentação!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Leites com redução de Lactose e Bebidas de Cereais


As restrições alimentares são assuntos cada vez mais comuns em artigos científicos relacionados a diversas patologias. Graças a evolução da ciência, hoje existem testes mais precisos que permitem identificar alergias ou intolerâncias alimentares de diversos grupos de alimentos.
Há estudos que demonstram relação entre alergia/intolerância alimentar ao modo de vida atual: alimentos industrializados e refinados, inserção de alimentos prematuramente a bebês e até mesmo o excesso de um tipo de alimento na alimentação, além de causas genéticas que não são descartadas, etc.
Todo mundo conhece pelo menos uma pessoa que tem algum tipo de restrição alimentar, leite e derivados, glúten, soja, açúcar, etc. Mas a boa notícia para quem precisa cuidar da alimentação é que cada vez mais restaurantes e indústrias pequenas, médias e grandes tem se preocupado em incluir alimentos especiais para quem possui algum tipo de restrição alimentar.

Encontrei uma matéria interessante sobre tipos de leite e bebidas de cereais na Revista Vida Sem Glúten e Alergias e resolvi compartilhar. Das bebidas de cereais, eu indico especialmente duas: Nativé e IsolaBio/Finestra. Inclusive são indicadas para receitas, em substituição ao leite e ficam deliciosas. Aqui no sul, na rede de supermercados Angeloni, temos uma outra marca também boa, a Alpro, que além de possuir ampla linha de bebida de soja, inclusive sem açúcar, tem uma linha de sobremesas, no estilo "chandelle". A Batavo também tem uma linha de iogurtes e sobremesas de soja que são uma ótima opção.

Para quem não pode se beneficiar da soja, alimento muito comum em substituições ao leite, existem marcas como a IsolaBio e Finestra que possuem bebidas de arroz, amêndoas, kamut, entre outros, que são igualmente deliciosos e podem também ser utilizados como substitutos de leite em receitas. Eu tenho algumas receitinhas, muito boas por sinal, de bebidas de cereais. Em um próximo momento posso publicá-las aqui.

Um abraço e boa leitura a todos.
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Entendendo a diferença entre alergia à proteína do leite e intolerância à lactose

A alergia à proteína do leite (como a caseína) é uma resposta imunológica do organismo, que entende essa proteína como agente estranho que precisa ser combatido, causando reações como diarréia, urticária, sintomas respiratórios (como asma) e até febre. Após a identificação da alergia por um médico qualificado, é necessário eliminar o leite e seus derivados da dieta.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Dicas Naturais para Síndrome Pré-Menstrual ou TPM

As alterações hormonais antes da menstruação afetam a vida de seis em cada dez brasileiras. A popularidade da síndrome ou tensão pré-menstrual, mais conhecida como TPM, está cientificamente comprovada: a expressão faz parte do vocabulário de quase todas as mulheres.
Nervosismo, ansiedade e irritabilidade são os principais sintomas relatados por elas: 76,4% das mulheres que têm TPM sofrem esse tipo de problema. Mais da metade delas têm alterações de humor e crises de choro, a metade delas sente cólicas fortes e pouco mais de um terço relata dor e inchaço nos seios.
As constatações são de um estudo feito pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e pelo Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas. Durante pouco mais de um ano, os pesquisadores entrevistaram pessoalmente 1.053 mulheres entre 18 e 40 anos, de seis capitais brasileiras.
Os resultados foram publicados na revista científica "International Journal of Gynecology and Obstetrics" e mostram uma realidade que não poderia ser diferente: 65,4% das entrevistadas consideraram que todas as mulheres em algum momento da vida já experimentaram a TPM e 87,5% confirmaram que os sintomas acontecem antes da menstruação.
Hipócrates, o médico grego, relatou as alterações hormonais no ano 400 a.C., mas as primeiras descrições oficiais da TPM só apareceram em 1931. Estudos epidemiológicos brasileiros nunca foram feitos -o que havia até agora eram pequenos trabalhos localizados.
"O ineditismo desse trabalho está em traçar o perfil da mulher moderna. Trata-se de um raio-x sério do problema, que foi feito com rigor científico e incluiu mulheres de todas as regiões do país", diz o ginecologista Carlos Alberto Petta, professor da Unicamp e autor principal do levantamento.
O aparecimento da TPM é comum, mas não dá para generalizar. Há mulheres que não têm TPM. Segundo a pesquisa, essas são 40% da população.
Existem três graus do problema: leve (45% das mulheres), moderado (45%) e intenso (10%). Nesse último grau, a TPM também é chamada de transtorno disfórico e considerada uma doença, que necessariamente deve ser tratada com medicamentos.
Mas esse tipo de distúrbio intenso - tratado em geral com antidepressivos e anticoncepcionais -, é raro. Na maioria dos casos, dá muito bem para aliviar os sintomas que aparecem nos dias que antecedem a menstruação com uma série de atitudes simples relacionadas a alimentação, atividades físicas e outras técnicas naturais.

O que pode ajudar
Chás
Camomila e Maracujá (folhas) são consagrados para aliviar crises nervosas e promover uma sensação de relaxamento. São ideais para mulheres com sintomas de ansiedade e nervosismo, porém possuem contra-indicações.
Já para mulheres que apresentam sintomas depressivos existem outras ervas que podem auxiliar, mas é necessário consultar um Naturólogo para avaliar caso a caso.

Acupuntura
Entre as alternativas não-medicamentosas para o alívio da TPM, a Acupuntura é a mais recomendada. Segundo a médica acupunturista Angela Tabosa, da Unifesp, ela atua de duas formas: energicamente - as cólicas seriam uma estagnação de energia na pelve e, assim, a acupuntura restabeleceria a circulação energética, diminuindo a dor - e por meio da ação analgésica, que possui resultados científicos comprovados.

Florais
Os florais podem auxiliar em diversas situações da vida, inclusive para minimizar os sintomas emocionais e físícos da TPM. Impatiens, Beech, Cherry Plum e Rescue Remedy são algumas essências florais comumente utilizadas para equilibrar as emoções que oscilam bastante durante este período. Consulte um Naturólogo para adequar um composto floral as suas necessidades.

Fitoterapia: Naturólogos rebatem Dráuzio Varella


Professores do curso de Naturologia contestam quadro veiculado no programa Fantástico, da Rede Globo, onde o médico Drauzio Varella desconsidera fitoterápicos

Ao contrapor as idéias do médico Drauzio Varella, que no programa Fantástico, da TV Globo, lançou dúvidas sobre a eficácia das plantas medicinais, o coordenador do curso de Naturologia, professor Fernando Hellmann, disse que há pesquisas científicas que comprovam o uso de determinados fitoterápicos e citou evidências, como as políticas do Ministério da Saúde sobre o tema, assim como a própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que possui uma lista de plantas medicinais seguras para uso no cuidado à saúde.

A ANVISA fiscaliza e organiza as políticas de saúde para o país e em sua portaria 971, de 3 de maio de 2006, aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). Já o decreto Decreto 5.813, de 22 de junho de 2006, aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no país.

Por esses dados, o professor Fernando estranha a série de reportagens de Drauzio Varella, desmerecendo a eficácia de qualquer outra linha que não a medicina moderna ocidental, que o programa Fantástico começou a exibir domingo passado.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Campanha: Mamãe, massageie seu bebê, faça Shantala!

Mais do que um estímulo a manter o vínculo com seu bebê, importante fator para a saúde mental e vínculo familiar, a prática diária da Shantala auxilia em diversos aspectos o desenvolvimento do bebê. Proporciona alívio das cólicas, acalma o bebê, combate o estresse e ansiedade, produz relaxamento tônico, melhora a função motora, a habilidade de coordenação, facilita a respiração e digestão, assim como a compreensão dos pais acerca do comportamento do bebê.
Dr. Fréderick Leboyer, que foi quem "descobriu" essa maravilhosa técnica na Índia e resolveu nos presentear com tamanho conhecimento oriental passado há milhares gerações de mãe para filha, relata sobre a simplicidade da Shantala: "A massagem dos bebês é uma arte tão antiga quanto profunda. Simples, mais difícil. Difícil por ser simples. Como tudo o que é profundo".
A prática da Shantala é um carinho que a criança recebe através do toque das pessoas mais importantes para a vida dela: seus pais (sim, o pai também pode massagear). O carinho que uma criança recebe vai influenciar na sua auto-imagem, fazendo com que ela se sinta querida, bonita, segura, aceita e mais tarde possa se relacionar e superar mais facilmente os desafios do dia-a-dia durante todo o seu desenvolvimento psicoemocional e motor.
Por tantos benefícios que a Shantala promove para o bebê e pais, resolvi criar a campanha "Mamãe, massageie seu bebê, faça Shantala!" para divulgar aos pais os benefícios que proporcionam para o seu bebê ao praticar diariamente a Shantala.

Para participar é fácil: Copie o texto da caixa abaixo da ficura e cole em uma janela HTML no seu blog ou site.


"O início da vida é o fundamento da vida inteira. Aqueles que recebem cedo toque suficiente têm, como mudas bem regadas e cuidadas, maior possibilidade de vicejar e se tornar plantas saudáveis." (Eva Reich)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Saúde e Doença: Um outro olhar

"Tuas forças naturais, as que estão dentro de ti,
serão as que curarão suas doenças. " (Hipócrates)

Muitas vezes vemos a doença como um sintoma corriqueiro e dificilmente paramos para pensar o que realmente nos levou a ter estes sintomas. A rotina do dia-a-dia, as preocupações com o mundo "fora" fazem nos esquecer de "conversar" com o nosso "dentro". É cômodo tomar um comprimido e continuar a burlar as nossas reais necessidades.
Pare, reflita, ouça e reconheça as necessidades do seu corpo!

Abaixo eu publico um texto que encontrei no blog da minha colega Naturóloga Daniela Girotto.


Sempre que sentimos algum mal-estar a primeira coisa que pensamos é encontrar uma maneira de fazer desaparecer o sintoma, pois somos imediatistas e tratamos apenas as aparências, não buscamos a origem ou as causas.

De um modo geral a saúde é encarada como um estado de não-doença, e é muito mais fácil tomar um medicamento para aliviar a dor do que compreender a mensagem que o organismo está sinalizando.

A grande maioria das pessoas procura um profissional da área da saúde somente quando está sentindo dor ou desconforto, buscando não apresentar mais os sintomas, ou seja, voltar ao estado anterior à doença. Mas, para a Organização Mundial de Saúde, o conceito é mais amplo, “saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não meramente a ausência da doença ou enfermidade”.

Edward Bach acreditava que saúde é a perfeita harmonia entre alma, mente e corpo; e a doença, o resultado do conflito entre alma e mente.

Bach julgava a doença benéfica para o paciente, pois nos aponta os nossos maiores defeitos, é o verdadeiro caminho para a “cura”. Saúde e doença, portanto, são aspectos de um mesmo movimento, é através do desequilíbrio que atingimos um novo equilíbrio e é através da doença que alcançamos a saúde.

Toda doença ou desconforto, por mais ou menos sérios que sejam, é um sinal que o nosso corpo dá indicando que estamos agindo erroneamente, que não estamos sintonizados com a nossa saúde, com as nossas vontades, com os nossos valores. É um sinal de que estamos contra nós mesmos e de que devemos entrar em contato com a nossa própria essência, desenvolvendo consciência do processo de vida e dos mecanismos que criamos para gerar a doença.

A cura completa vem essencialmente de dentro de nós e para Bach depende de quatro fatores:

1 – Compreensão da divindade dentro de nós e conhecimento de que temos a capacidade de superar todos os problemas.

2 – Entender que a doença é conseqüência da desarmonia entre alma e personalidade.

3 – Desejo e capacidade para descobrir o problema que está causando o conflito.

4 – Remoção do problema (desenvolvendo a virtude oposta).

É preciso estar atento à lição que a doença traz. Como tudo que acontece na nossa vida, a doença também tem um “para quê”: “para quê” possamos olhar mais para as nossas necessidades antes de olharmos para a necessidade dos outros, “para quê” encontremos horários de lazer no nosso dia a dia, mas principalmente “para quê” nos amemos mais.

Fonte: Blog Naturologia Mococa

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Banho de balde: ofurô para os pequeninos!

O banho de ofurô ou banho de balde é uma experiência nova para a maioria das mães e muito relaxante para os pequeninos.
Pode ser utilizado como banho de higiene também, mas o mais comum é utilizá-lo como momento de relaxamento para os bebês.
Nessa hora valem as mesmas regalias que um adulto tem no seu banho relaxante.. aromas, chás, água morninha e até uma musiquinha ambiente se achar conveniente - mas sempre com orientação de um profissional qualificado para avaliar as necessidades do bebê, já que é muito mais sensível do que os adultos.
Existem marcas próprias para o banho de balde, mas muitas vezes não são fáceis de encontrar. Então não é por isso que você deixará seu bebê sem essa experiência maravilhosa. A mamãe pode utilizar um balde (de plástico de primeiro uso, prefira os transparentes e sem corantes) adequado ao tamanho do bebê e lixá-lo por dentro para tirar quaisquer lasquinhas que possam ter ficado durante a fabricação. O balde deve ser de uso EXCLUSIVO para o bebê, se necessário cole um adesivo para todos saberem que aquele balde não poderá ser utilizado para limpeza doméstica ou outros fins, ele é SÓ do bebê.
O balde DEVE ficar apoiado no chão, de preferência em cima de um material antiderrapante e por mais segura que a imagem passe, de forma alguma deve-se deixar o bebê sozinho. SEMPRE alguém acompanhando e se necessário, quando muito pequenino, apoiando a mão no pescocinho e a cabeça do bebê que ainda não consegue se sustentar sozinha.

No mais, aproveite este momento para curtir seu bebê.. ele se sentirá como no útero, em um ambiente quentinho, confortável e com a presença da mamãe e também do papai.
Além de relaxar e proporcionar uma noite de sono tranquila, o banho de balde ajuda, e muito, a aliviar as cólicas dos bebês, comuns neste período de amadurecimento.

Abaixo selecionei uma matéria do G1 sobre o banho de balde.


Mães recorrem a banho de ofurô para acalmar bebês
Criança fica imersa em balde para reproduzir posição uterina. Água deve cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora.

O nascimento e a chegada repentina a um mundo completamente diferente pode não ser tão agradável para todos os bebês. Então, nada melhor do que um banho quentinho que lembre a barriga da mamãe. É isso o que propõe o ofurô para bebês: um banho dado dentro de um balde, com o bebê imerso e na posição vertical.
“No útero da mãe o bebê estava na água, encolhido e acolhido, com o calor da mãe, e a banheira tradicional deixa esse bebê com a barriga para cima, que é a posição mais desagradável. A proposta do ofurô é fazer com que ele resgate um pouco o que sentia na barriga da mãe e se acalme”, diz Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (Gama).
Segundo o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Correa, o banho de ofurô não tem contra-indicação e pode ser dado em bebês de qualquer idade, desde o seu nascimento. “O banho só traz benefícios para a criança e é um grande estímulo pela relação que o bebê tem com a água”, diz Correa.
A fisioterapeuta Regiane Albertini de Carvalho, mãe de Rafael, de 4 meses, recorre ao banho desde que seu filho tinha apenas 1 mês. "O Rafael já é uma criança calma, mas ele gosta muito do banho. Costumo dar o banho convencional e à noite, antes de dormir, o banho no balde para que ele se acalme e brinque um pouco", diz ao G1.
Regiane conheceu o banho por meio da indicação de uma amiga e hoje recomenda. "Utilizo um balde especial, que é feito com um plástico mais resistente", afirma.

Como deve ser o ofurô

Os pais devem aquecer a água entre 37 e 38 graus, na quantidade suficiente para cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora da água. Corrêa recomenda que o bebê esteja enrolado em um tecido limpo para reproduzir a posição em que a criança ficava no útero. Outra dica do especialista é que o banho seja realizado, se possível, no escuro e em silêncio.
“Esse é um banho em que os pais devem estar atentos o tempo todo e o bebê pode ficar no balde até que a água comece a esfriar. É importante que a mãe apoie a cabeça do bebê durante o banho”, diz Ana Cristina. Segundo ela, por estar sempre assistido pela mão, o bebê pode inclusive dormir durante o banho.

Fonte: G1

Acupuntura pode auxiliar no tratamento da Hipertensão

"A acupuntura pode melhorar a função do coração, além de ser eficaz em pessoas em quem os medicamentos anti-hipertensivos não surtiram efeito". Isto é o que mostra o livro "Como Conviver com a Hipertensão", da Publifolha, que alia tratamentos médicos convencionais a terapias alternativas complementares para prevenir e tratar a hipertensão.

A acupuntura faz parte da Medicina Chinesa Tradicional. Baseia-se na crença de que todos possuem uma energia vital, conhecida como "Qi", que flui pelo corpo ao longo de canais específicos conhecidos por meridianos. Existem 12 meridianos principais, que correspondem aos órgãos do corpo. O Qi penetra nos meridianos de fora do corpo, flui numa direção específica ao longo dos meridianos e nutre os órgãos internos no processo.

Enquanto a energia Qi flui suavemente pelos meridianos, vivemos num estado de saúde e equilíbrio. Mas se o fluxo do Qi for interrompido por fatores como estresse, nutrição deficiente e negligência espiritual, haverá um desequilíbrio no fluxo de energia, que resulta nos sintomas de uma saúde prejudicada. De acordo com a medicina chinesa tradicional, a hipertensão se origina do bloqueio de energia no meridiano do fígado.

A acupuntura foi criada para desbloquear a energia por meio de inserção de agulhas em pontos específicos dos meridianos, conhecidos como pontos de acupuntura, onde o Qi está concentrado e por onde o Qi pode entrar ou sair do corpo.

Qual a eficácia da acupuntura?

As pesquisas demonstram que a acupuntura pode aliviar o estresse liberando substâncias químicas naturais similares à heroína no cérebro, e pode diminuir a pressão arterial atuando sobre a secreção de hormônios no organismo. Em um experimento publicado em 1997, 50 pessoas não tratadas de hipertensão primária fizeram acupuntura e, em 30 minutos, tiveram uma queda na pressão arterial média de 169/107 mmHg para 151/96 mmHg (com uma diminuição da frequência cardíaca de 77 para 72 batimentos por minuto). Os níveis de renina no sangue, um hormônio relacionado à regulação da pressão arterial, também sofreram uma queda significativa.

Outros estudos demonstraram que a acupuntura pode melhorar a função do lado esquerdo do coração, além de ser eficaz em pessoas em quem os medicamentos anti-hipertensivos não surtiram efeito. Pesquisadores da Califórnia também provaram que a acupuntura pode aliviar o aumento da pressão arterial causado pelo estresse mental - naqueles que fizeram acupuntura, a pressão arterial teve um aumento de apenas 2,9 mmHg durante os períodos de estresse, em vez dos 5,4 mmHg daqueles que receberam uma simulação de acupuntura.

Consulta com um acupunturista

Durante a consulta inicial, o acupunturista fará perguntas detalhadas sobre sua saúde, estado emocional, saúde pregressa e histórico familiar. Também avaliará o fluxo do Qi por meio dos meridianos medindo o pulso (existem 12 pulsos no punho, seis em cada punho, em vez do pulso único da medicina ocidental) e examinando a aparência geral, cor e textura da língua.

Durante a sessão, o acupunturista estimula (ou às vezes bloqueia) o fluxo do Qi inserindo agulhas finas, esterilizadas e descartáveis milímetros abaixo da pele nos pontos de acupuntura escolhidos. Embora possa sentir uma leve sensação de picada ou formigamento enquanto a agulha é introduzida, não deverá sentir dor. As agulhas podem ser inseridas por alguns segundos, alguns minutos ou por até uma hora. Podem ser mexidas ou giradas para estimular o Qi e liberar ou dispersar a energia de um ponto de acupuntura. Em alguns casos, a ação das agulhas é reforçada com eletricidade (eletroacupuntura) ou com a queima de bastão de ervas (moxabustão). No caso de um problema crônico como a hipertensão, você se beneficiará com uma ou duas sessões por semana durante dois meses pelo menos.

Fonte: Folha SP

Fitoterápicos: a polêmica!

Começou ontem no Fantástico uma nova série com o Dr. Dráuzio Varella que investiga os riscos dos fitoterápicos e das ervas medicinais. O primeiro episódio causou grande polêmica entre a classe da saúde que faz uso de Fitoterápicos.
Particularmente, eu acho que o Brasil ainda há muito o que evoluir no campo da Fitoterapia. Ainda é muito utilizada como "curandeirismo", mas não é restringindo o acesso à população que iremos evoluir.
Já é de conhecimento popular que chás de plantas e ervas medicinais aliviam sintomas do dia-a-dia.. uma noite mal dormida, uma dorzinha de estômago, uma garganta inflamada, início de resfriado, entre outros. Mas desde quando a Fitoterapia é "concorrente" e exclui o tratamento convencional? O uso incorreto e a orientação equivocada sobre o uso dos Fitoterápicos é que são um problema de saúde pública.
Vamos ver os próximos capítulos. Eu sinceramente espero que o Fantástico dê o direito de defesa da Fitoterapia, porque muitos dos medicamentos atuais foram feitos a partir de plantas medicinais, e que não mostre como sendo um tratamento placebo, como deixou a entender neste primeiro episódio. Eu lamento que um veículo de informação tão importante traga informações equivocadas e incompletas a respeito desta terapia que trouxe inúmeros benefícios para a ciência.

Segue abaixo uma matéria da Revista Época a respeito da desta série do Fantástico.

Plantas medicinais. É bom saber.
CRISTIANE SEGATTO E ALINE RIBEIRO

O uso de plantas medicinais é um dos traços da cultura brasileira. Todo mundo já ouviu falar sobre os benefícios de determinado chá ou de medicamentos à base de plantas, os fitoterápicos. E não só no Brasil. Os fitoterápicos movimentam no mundo US$ 14 bilhões por ano. São obtidos de plantas e vendidos em forma de extrato, tintura, óleo etc. Estima-se que no Brasil esse mercado gire em torno de US$ 400 milhões por ano e empregue 100 mil pessoas. De todos os remédios colocados nas prateleiras das farmácias brasileiras, 2,8% são feitos de vegetais. E as vendas crescem em torno de 12% ao ano, segundo a consultoria do setor farmacêutico IMS Health. No setor dos medicamentos sintéticos, chamados de alopáticos, o crescimento é menor, de 5%.

Os consumidores de ervas medicinais e fitoterápicos acreditam que eles são tão seguros e eficazes quanto as drogas convencionais vendidas nas farmácias ou distribuídas nos postos de saúde. Mas talvez não sejam. É o que Drauzio Varella, o médico mais popular do Brasil, promete discutir na série “É bom pra quê?”, que estreia neste domingo no Fantástico.

Há duas semanas, Drauzio falou sobre o assunto a ÉPOCA On-line. Criticou a falta de sólidas evidências científicas que poderiam justificar o uso de fitoterápicos. Condenou a política do Ministério da Saúde de distribuição de medicamentos fitoterápicos no SUS e a lista de 66 plantas medicinais preparada pela Anvisa para orientar o uso de chás. A reação foi imediata. Drauzio foi acusado de ser mal-intencionado, de estar a serviço da indústria farmacêutica, de tentar atrapalhar a candidatura de Dilma Rousseff. A polêmica explodiu, envolvendo médicos, consumidores e até o Ministério da Saúde.

Jaldo de Souza Santos, presidente do Conselho Federal de Farmácia, publicou uma carta aberta atacando o médico do Fantástico. “Achamos precipitada a sua opinião ao afirmar que a indicação de plantas e fitoterápicos é um erro”, disse ele. Drauzio respondeu: “Condeno a falta de estudos clínicos dignos desse nome. Enquanto admitirmos esse empirismo irresponsável, a fitoterapia jamais será levada a sério no Brasil.” No site de ÉPOCA, houve mais de 240 comentários sobre o assunto, a maioria esmagadora atacando Drauzio. No Twitter, foi criado um movimento Cala a Boca, Drauzio.

“Pelo conteúdo das críticas que recebi depois da publicação da entrevista, posso antever o que acontecerá quando a série for ao ar. Paciência”, disse o médico. Drauzio pesquisa o potencial farmacológico das plantas há 15 anos. Faz expedições à Amazônia em busca de substâncias que possam demonstrar alguma eficácia contra o câncer. É um trabalho demorado. Até agora, as plantas coletadas deram origem a 2.200 extratos. Desses, 190 apresentaram alguma atividade contra células tumorais e oito serão testados em animais. Daí a desenvolver uma droga útil para seres humanos há um longo caminho. “Se eu tratasse meus pacientes de câncer com os extratos que mostraram atividade contra células malignas em nosso laboratório, seria considerado criminoso”, diz. “Por que essa regra não vale para os que receitam produtos que não passaram pelos estudos de toxicidade e pelas avaliações clínicas exigidas dos medicamentos convencionais?” Esse é o cerne da controvérsia. ÉPOCA investigou os fatos e os mitos que animam a discussão do assunto.

Fitoterápicos são remédios iguais aos outros?
Não. Ervas e chás são usados há milhares de anos. À medida que a química foi se desenvolvendo, os pesquisadores começaram a isolar das plantas os princípios ativos responsáveis pela ação medicinal. Essas substâncias foram sintetizadas em laboratório. Ou seja: foram criadas a partir da imitação da estrutura química das plantas. Deram origem a drogas importantíssimas, alopáticas, como a morfina e a aspirina. Diferentemente das ervas, os fitoterápicos são classificados como remédios. São obtidos exclusivamente de vegetais e vendidos em forma de extrato, tintura, óleo, cápsulas etc. Para conseguir registrá-los como medicamentos, os fabricantes devem provar que conseguem manter a qualidade e a concentração do princípio ativo presente na planta. “Não é fácil manter a qualidade de um fitoterápico porque ele contém centenas de substâncias”, diz João Ernesto de Carvalho, coordenador da divisão de farmacologia e toxicologia do Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Unicamp. Quem toma 100 miligramas de aspirina sabe que está tomando 100 miligramas de ácido acetilsalicílico. Com os fitoterápicos é diferente. “Dependendo da época do ano e do tipo de extrato, é difícil manter a quantidade e a mesma concentração do princípio ativo”, diz Carvalho.

Fitoterápicos passam pelos mesmos testes científicos das drogas alopáticas?
Em termos. Existem milhares de estudos feitos com espécies usadas em fitoterapia, entre as quais as oito distribuídas no SUS: alcachofra, aroeira, cáscara-sagrada, garra-do-diabo, guaco, isoflavonas da soja e unha-de-gato. A maioria dos estudos, porém, foi feita em animais ou com pequeno número de pacientes, por curtos períodos. Os poucos estudos feitos com centenas de pacientes não trazem conclusões inequívocas sobre a eficácia das substâncias. Se o fabricante de uma nova droga sintética tentasse aprová-la com base nesse tipo de evidência, não conseguiria. O desenvolvimento de uma nova droga sintética consome cinco etapas, cerca de dez anos de pesquisa e milhões de dólares. Na chamada fase III, a droga em investigação é comparada ao tratamento existente. Para ser aprovada, precisa comprovar que é tão boa ou melhor que o remédio já disponível. Nessa fase, a droga é testada em um grupo de até 1.000 voluntários. “Pesquisamos as evidências científicas relacionadas aos oito fitoterápicos oferecidos no SUS. Não encontramos estudos desse tipo”, diz Daniel Deheinzelin, professor da Faculdade de Medicina da USP.Se os benefícios das ervas medicinais não foram comprovados pela ciência ocidental, significa que eles não existem?Não. É possível que existam benefícios não comprovados, a julgar pelo uso tradicional e milenar de ervas no cuidado da saúde. É razoável supor que existam fatos verdadeiros sobre nosso corpo que não possam ser comprovados sequer pelo método adotado nos estudos clínicos mais confiáveis. Isso significa que devemos propagar todas as crendices que aparecem? Não. Uma das histórias mais populares no Brasil é a de que suco de berinjela reduz o colesterol. Depois que uma experiência de laboratório foi mostrada num programa de TV, há mais de dez anos, o “remédio” natural ganhou, para muita gente, status de verdade científica. A dona de casa Maria de Fátima Farias Bosco, de 51 anos, mora em Macaé, Rio de Janeiro, e usa vários ingredientes naturais para cuidar da saúde. Seu colesterol baixou de 258 para 191 depois que ela reduziu os doces e a carne vermelha e começou a tomar suco de berinjela. Quem levou a fama de santo remédio? A berinjela, é claro. “Descobri o suco no Dr. Google. Foi um ótimo remédio, mas minha médica não acreditou”, diz. Indivíduos têm o direito de acreditar no que bem entendem. A situação fica perigosa quando a crendice é chancelada pelas autoridades. Foi o que aconteceu na África do Sul, onde 18% da população adulta tem o vírus da aids. O ex-presidente Thabo Mbeki pregava o combate à doença com uma dieta à base de beterraba, batata, suco de limão e alho. A doença se espalhou.

A fitoterapia e as ervas medicinais são recursos para os pobres?
Em termos. A diretora da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, disse, recentemente, que a medicina tradicional baseada em ervas tem seu valor e reduz o sofrimento de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento. “Essa é a realidade, mas não é o ideal”, afirmou. “Estimamos que 60% das crianças que vivem em alguns países africanos recebem ervas para tratar a febre provocada pela malária. Mas a malária pode matar em 24 horas e as drogas modernas melhoram enormemente as chances de sobrevivência.” Os remédios naturais desempenham importante papel social, mas a adoção deles pelos governos de países como o Brasil pode ser questionada. “Não cabe às autoridades responsáveis pela saúde adotar métodos de tratamento que não têm eficácia demonstrada. Elas não podem criar uma medicina para rico e outra para pobre, baseada em tratamentos baratinhos e sem ação”, afirma Drauzio. Ele diz ter visitado em Belém uma “farmácia viva”, nome dado aos locais de cultivo e distribuição de plantas medicinais. “Lá existe uma plantinha que chamam de insulina. Chega uma pessoa pobre e ignorante e mandam tomar a planta, em vez do remédio receitado pelo médico”, afirma. O Ministério da Saúde diz estar trabalhando num projeto de regulamentação das farmácias vivas para coibir práticas inadequadas. Segundo o ministério, os fitoterápicos e as ervas não substituem o modelo de assistência farmacêutica baseado nos medicamentos convencionais. Seriam apenas mais uma opção de tratamento entre as oferecidas pelo SUS.

Fitoterápicos, ademais, não são usados apenas por pobres. Representam a primeira escolha de milhões de pessoas em países desenvolvidos como a Alemanha e os Estados Unidos. Os adeptos enxergam duas grandes vantagens. Primeira: os remédios costumam ser mais baratos que os alopáticos. Segunda: os profissionais que receitam esse tipo de tratamento têm mais disposição para ouvir angústias. Se muitos alopatas nem sequer olham os doentes nos olhos, a atenção que os especialistas em fitoterapia oferecem faz toda a diferença.

O que é natural não faz mal?
Errado. A natureza tem venenos poderosos. É importante que o médico saiba quando o paciente está em tratamento alopático e, ao mesmo tempo, toma ervas ou fitoterápicos. O farmacêutico Roberto Adati, de 41 anos, acredita no valor dessas substâncias. Tem mestrado e doutorado no tema. Ainda assim foi surpreendido por uma manifestação inesperada. Há cinco anos, estava meio abatido e pediu ao médico uma alternativa natural. Começou a tomar cápsulas de erva-de-são-joão, usada para combater sinais de depressão leve. Depois de 20 dias, surgiram sintomas de alergia: pele vermelha e irritada e edemas. Em outra ocasião, usou unha-de-gato para aliviar dores musculares. Também sofreu alergia. “Vegetais têm princípios ativos e químicos que estimulam o sistema biológico, e podem levar a efeitos adversos como qualquer medicamento.”

Doenças graves podem ser curadas com fitoterápicos e plantas medicinais?
Não. Nenhum chá, erva, alimento ou fitoterápico é capaz de curar a aids, o diabetes, o câncer. O uso desses produtos pode aliviar sintomas. O problema é que também pode atrasar o diagnóstico de problemas graves. No caso do câncer, há outro complicador. Muitos pacientes abandonam os alopáticos ou usam produtos alternativos junto com o tratamento convencional. Em geral, a doença avança. “O potencial das plantas é grande, mas ainda é preciso avançar uma série de degraus na pesquisa científica para ter certeza de que são eficazes”, diz José Augusto Rinck Júnior, oncologista do Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo.

Falta investimento na pesquisa de fitoterápicos?
Sim. O Brasil tem atualmente 119 laboratórios produzindo medicamentos fitoterápicos. Há 512 remédios feitos de vegetais aprovados pela Anvisa, derivados de 162 espécies. É pouco, diante da biodiversidade do país. Das 250 mil plantas catalogadas no mundo, 55 mil estão aqui. A Europa toda tem só 11 mil ervas registradas. “Não é só um patrimônio genético. É também um patrimônio cultural”, diz Roberto Boorhem, presidente da Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit). Segundo ele, as grandes multinacionais não se interessam pelos fitoterápicos porque eles não geram patente. Já os pequenos produtores de fitoterápicos não têm condições de investir no estudo de ervas desconhecidas. “Não temos fôlego financeiro para aplicar em produtos novos”, diz a empresária Poliana Emília Botelho Silva, da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina). Se testados com rigor científico e usados com critério, os fitoterápicos e as plantas medicinais podem contribuir para melhorar as condições de saúde da população. E também para o crescimento econômico do Brasil. Nesse ponto, não há controvérsia.

Fonte: Revista Época

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Hospital utiliza Aromaterapia para auxiliar gestantes no trabalho de parto

A Aromaterapia é oferecida as mulheres em trabalho de parto como uma técnica de alivio “natural” para a dor no North Bristol NHS Trust - Inglaterra.
Parteiras treinadas estão oferecendo as mulheres massagem de relaxamento com óleos essenciais para ajudar a aliviar as dores de parto, dores musculares ou ansiedade e para prevenir doenças.
Existem 24 parteiras no North Bristol NHS Trust (Hospital do Serviço Nacional de Saúde em Bristol), que recentemente completaram o treinamento de aromaterapia. Elas estão oferecendo a terapia na Maternidade Southmead, e comunidade local para o parto domiciliar.
As parteiras utilizam sete óleos básicos, os quais são misturados em um óleo base carreador.
Diferentes combinações de óleos – em uma mistura de no máximo três óleos - podem ser usado para atender diferentes sintomas.
Os óleos podem ser aplicados em infusão por inalação, em escalda pés ou ainda, através de compressa na pele ou uma gota sobre a mão.
Parteiras podem aplicar os óleos através de massagem de aromaterapia, mas apenas pessoas treinadas podem prescrever e misturar os óleos.

Sarah Ludwell 18 anos, de Kingswood, deu à luz seu primeiro filho, Ethan, na sexta-feira dia 14 de maio no Southmead Hospital. Ela disse: "Eu tomei um banho de banheira com óleos e um bastão aromático foi colocado próxima a banheira". "Eu me senti um pouco enjoada, então eles me deram um bastão aromatizado com a peppermint, aroma que supõe-se ajudar a combater a náusea, e isto realmente ajudou, e o mal estar se foi".
"Eu também recebi Frankincense e Lavanda, que me ajudou a me sentir mais relaxada".
"O ambiente estava muito calmo e acolhedor, eu senti como se estivesse em casa".

Mary Carlisle, gerente da Maternidade Southmead, disse: "Aromaterapia reduz a ansiedade e o medo, ajuda as mulheres a se sentirem mais relaxadas, o que pode ajudar a reduzir sintomas como a azia ou dor nas costas.
"Quando as mulheres em trabalho de parto estão relaxadas, as suas necessidades de medicação para o alívio da dor é reduzida, cada mulher é um individuo e podemos usar os óleos específicos para suas necessidades".
"Aromaterapia não será adequado para todas as mulheres, nossas parteiras irão proceder de forma adequada para uma avaliação de saúde de cada uma, para assegurar que os óleos essenciais sejam seguros e benéficos".
Aromaterapia também será oferecida no Cossham Birth Centre, primeiro Centro de nascimento de Bristol a ser liderado por parteiras, quando aberto, em Outubro de 2011.

Os óleos essenciais utilizados são:
Bergamota -Citrus bergamia, promove sono repousante e fortalece o sistema imunológico
Clary sage - Salvia sclarea, alivio para a depressão, trata infecção da garganta, baixa pressão sanguínea e alivia dores do parto.
Frankincense - Boswelia carterii, de efeito calmante para o sistema nervoso, ajuda a diminuir a ansiedade e promover respiração profunda.
Grapefruit - Citrus paradisi, de efeito energizante, fortalece o animo, eleva a auto-estima e promove alivio para dor de cabeça.
Jasmim - Jasminum oficinalis, promove bom sono e eleva sentimentos amorosos.
Lavanda - Lavandula angustifolia, Indicado para tratar insónia, dores de estomágo e acalmar a ansiedade.
Peppermint - Mentha piperita, alivio para dor de garganta, trata disfunções digestiva (ulcera estomacal) e minimiza náusea.

Fonte: Aromavera e BBC

É indicado que apenas pessoas especializadas, com conhecimento técnico em Aromaterapia, apliquem óleos essenciais, independente da finalidade mas principalmente com o público de gestantes. Procure um Naturólogo para orientações.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O Estresse engorda: Relaxar é fundamental para o sucesso da dieta!

Todo mundo quer emagrecer, ou pelo menos quase todo mundo. O problema é que perder peso, ainda mais se for de forma saudável, requer empenho. Não há milagres em dietas ou em remédios para emagrecer. O jeito é encarar o problema de frente, entender que o emagrecimento é um processo do equilíbrio da alimentação e, sempre, equilíbrio da mente.

“A maioria das pessoas que procura atendimento médico para emagrecer quer, consciente ou inconscientemente, ‘ser emagrecida’ e não emagrecer. Quem adota esse comportamento normalmente tem resultados desanimadores ou apenas temporários.O que funciona mesmo é quando paciente e equipe médica atuam como parceiros”, diz o endrocrinologista Felippo Pedrinola.

Então, depois de decidir de verdade emagrecer, é preciso mudar de comportamento e pensar sobre como levamos a vida. “O alimento traz consigo grande carga emocional e cada vez mais a medicina comprova que corpo e mente fazem parte de um mesmo sistema no qual as emoções funcionam como sinalizador”, diz o médico. O alerta serve para explicar porque situações de estresse afetam o organismo e o apetite.

“O estresse contínuo pode levar á produção excessiva de alguns hormônios produzidos pelas glândulas suprarenais, principalmente a adrenalina e o cortisol. Este último, além de levar a alterações de humor e baixa da imunidade, favorece o surgimento de uma situação metabólica conhecida como resistência a insulina. Quando isso ocorre, existe uma maior tendência de acúmulo de gordura principalmente na região abdominal e dificulta a perda de peso mesmo quando as pessoas comem pouco”, diz o endocrinologista.

Essa é a chave que explica o motivo de “estresse engordar”. A sugestão para virar o jogo é afastar os elementos que trazem esse estresse. Segundo Pedrinola, a acupuntura é uma das formas. “Essa terapia milenar chinesa trabalha com os princípios dos pontos de energia espalhados pelo corpo, também conhecidos como meridianos ou canais de energia. Os avanços da medicina já permitem avaliar os efeitos da acupuntura através de eletroencefalografia e ressonância magnética”, diz.

A meditação é outra maneira de buscar equilíbrio porque, segundo o médico, é capaz de modificar o ritmo de secreção hormonal e atuar no sistema nervoso autônomo. Já os exercícios físicos são mais do que importantes, são fundamentais. Eles ajudam o corpo a queimar calorias, trazem saúde e, claro, ajudam a controlar o estresse, ansiedade...

Destinar um tempo para o autoconhecimento é sempre bom, além de ajudar na saúde e aparência. Ter uma vida prazerosa e guiada pelo equilíbrio é fundamental para manter o peso e tantas outras coisas no lugar. ”Emagrecer não se trata apenas de seguir uma dieta e tomar remédios, mas sim buscar um equilíbrio entre corpo e mente para obter um bom controle das emoções e atingir um bem-estar maior”, finaliza.

Fonte: R7


O acompanhamento com um Naturólogo é fundamental para atingir o equilíbrio emocional e manter o corpo em forma sem sacrifícios. Toda mudança de hábito exige uma adaptação, e que tal fazer com que esse período passe mais rápido e naturalmente?
Procure um Naturólogo, Naturologia é saúde!

"A saúde é o resultado não só de nossos atos como também
de nossos pensamentos." (Mahatma Gandhi)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Acupuntura para todos: profissão de acupunturista é aprovada em Comissão da Câmara

Acupuntura para todos

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou a regulamentação da profissão de acupunturista.

Pela proposta, qualquer profissional de nível superior da área de saúde poderá exercer a atividade, desde que tenha especialização em acupuntura reconhecida por conselhos federais.

Para entrar o vigor, o projeto ainda precisa ser apreciado por duas comissões da Câmara.

O texto, que inicialmente previa a criação e a exigência de um curso de graduação em acupuntura, autoriza a prática por técnicos que estudaram em instituições reconhecidas e por pessoas que exercem a profissão há mais de cinco anos.

De acordo com a relatora do projeto, deputada Aline Corrêa (PP-SP), a acupuntura não pode ser limitada a uma área médica, por ser uma prática da medicina tradicional chinesa.

"Declarar a acupuntura exclusivamente uma especialidade médica seria uma medida incorreta, que inviabilizaria o exercício de milhares de profissionais que vêm exercendo há anos a acupuntura com dedicação e competência, desde antes de o Conselho Federal de Medicina reconhecer a validade terapêutica do método e torná-lo especialidade", disse.

A prática da acupuntura é motivo de discórdia entre os médicos e o Ministério da Saúde. O SUS cobre esse tipo de atendimento. No ano passado, foram realizados mais de 216 mil procedimentos.

Enquanto os médicos entendem que a prática deva ser restrita a eles porque envolve um diagnóstico anterior, o ministério aceita que outros profissionais da saúde a realizem.

Fonte: Folha SP

Mas atenção: Procure profissionais com Graduação na Saúde (naturólogos, fisioterapeutas, médicos, etc..) e com Especialização (Pós-Graduação) em Acupuntura Tradicional Chinesa. Pois estes têm conhecimentos suficientes da área da saúde como anatomia, fisiologia, entre outros, que formam a base para aplicação da terapia. Profissionais que tenham boas referências e estejam aptos a trabalhar com Acupuntura e terapias afins.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Acupuntura combate efeitos da quimioterapia no Instituto do Câncer

A Acupuntura é uma técnica oriental e segue
os fundamentos da Medicina Tradicional Chinesa.


Dores, náuseas e outros efeitos colaterais de cirurgias e da quimioterapia estão sendo tratados com acupuntura no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira.

O ambulatório para esse procedimento foi aberto no início do mês. Segundo Eduardo D'Alessandro, clínico-geral e acupunturista do instituto, a terapia melhora o bem-estar do paciente e o andamento da quimioterapia. Como os efeitos colaterais são amenizados, não é preciso diminuir a medicação.

As agulhas são usadas para controlar dores que aparecem após as cirurgias, hipersensibilidade nas mãos e nos pés causada por alguns tipos de quimioterapia, assim como fadiga, insônia, depressão, problemas intestinais e ondas de calor --efeito de remédios contra o câncer de mama.

A indicação para acupuntura é sempre feita por um médico do instituto, e há casos em que é preciso ter mais cuidado, como em pacientes com inchaços causados por cirurgias ou que estejam tomando anticoagulantes. "O inchaço por falta de drenagem linfática, que pode acontecer após a operação de câncer de mama, pode deixar a pessoa mais exposta a infecções", diz o acupunturista.

D'Alessandro afirma que hoje há menos resistência dos médicos à técnica. "Ela é uma terapia complementar, não substitui remédios."

Fonte: Folha SP